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segunda-feira, 17 de abril de 2017

"Sinto uma saudade imensa. E acho que essa orfandade
 é algo que nada no mundo pode preencher. A gente pode não ter nada, 
mas se tiver uma casa de mãe pra voltar, um colo pra encostar a cabeça
 quando tudo dói, isso é de uma riqueza absoluta. Pois desde que perdi minha mãe, perdi meu lar. E vivo com o coração tentando definir qual será o próximo pouso. "

- Marla de Queiroz

Imagem: Filme "Que horas ela volta?"

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