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sexta-feira, 12 de junho de 2015

"O amor era suave e tinha um jeito de penetrar sem invadir, de libertar no abraço. 
O amor não era mais aquela insônia, mas sonho bom na entrega ao desconhecido. 
O amor não era mais a iminência de um conflito, mas uma confiança na vida. 
E, pela primeira vez, o amor não carregava resquícios de abandono, pois havia descoberto: o amor estava ali porque ambos estavam prontos. 
O Tempo estava certo". 

- Marla de Queiroz



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