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sábado, 17 de junho de 2017

[...] o existir cotidiano está repleto de aspectos contrastantes. 
Assim, por exemplo, somos racionais e livres, mas não podemos negar que também somos determinados pelos condicionamentos; 
dedicamo-nos ao bem-estar de nossos semelhantes, mas, ao mesmo tempo, 
nos empenhamos na nossa própria realização pessoal; 
convivemos com as pessoas e nos relacionamos com os animais 
e as coisas deste mundo, mas, por outro lado, nos confrontamos 
com a nossa solidão; 
experimentamos momentos felizes de grande tranqüilidade, 
mas não conseguimos evitar as nossas angústias e aflições. 
Enfim, vivemos mas também morremos, numa paradoxal simultaneidade, 
pois, a cada dia que passa, estamos caminhando tanto no sentido
                de viver mais plenamente, como no de morrer mais proximamente..."

- Yolanda Cintrão Forghieri em  
Psicologia Fenomenológica: fundamentos, métodos e pesquisa. 




 

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