Frases e citações da Internet. Página da Psicóloga Luciana Cescon CRP 06/98202.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
quarta-feira, 30 de dezembro de 2020
"Merecemos encontrar alguém que nos veja lindos embora estejamos um desastre.
Alguém que nos queira até quando não nos entendemos.
Alguém que tenha a magia de entrelaçar em nós as raízes da alma, sem amarras.
Alguém que nos valorize pelo que somos e não pelo que temos.
Alguém que tenha mais amor e confiança do que medos.
Alguém que nos levante quando caímos.
Merecemos quem nos assuma, quem segura firme em nossa mão e não solte na primeira enchente.
Merecemos quem tenha medo de nos perder, mas não por posse e sim pelo que significamos.
Sem mais".
- Geffo Pinheiro Via Facebook "Relatei"
terça-feira, 29 de dezembro de 2020
Na passagem do Ano ...
Na passagem do Ano
1- Use branco
Não falo da roupa. A roupa é o de menos! Não entre em disputas.
Não chute cachorro morto. Entre um desaforo e uma resposta atravessada,
escolha a paz.
2- Varra a casa
Do fundo até a porta. Varra tudo! Mágoas, desgostos, rancores.
Amores não correspondidos, falsos amigos? Varra! Aspire! Espane!
Não deixe nem poeira. Entre limpo.
3- Quebrou? Jogue fora
Se for a sopeira que você herdou da sua avó, conserte. Sua avó agradece.
Mas em se tratando de amores, trabalhos, relações de todo tipo, amizades? Quebrou?
Rachou? Avalie se vale guardar.
Investir em quem não merece é desperdício de energia. Ponha a fila para andar.
4- Louro na carteira
Dizem que garante dinheiro. Mas se preferir um moreno, não faça cerimônia!
Vá em frente.
5- Use cor amarela
A cor amarela é a cor da prosperidade. Ajuda nos caminhos do sucesso.
Mas não faz milagre. Então use amarelo e trabalhe.
Se esforce, estude, faça mais que o melhor possível.
O melhor possível você já conseguiu até aqui.
6- Sete ondas
Aliás, pule: ondas, gente falsa, desaforos, prejuízos. Se não der para pular, desvie.
7- Use lingerie nova
Fala sério, isso é só no primeiro dia do ano? Jogue fora aquela calçola velha, desbotada, furada, de elástico frouxo. Pior que encosto.
Sem maiores detalhes! Lixo com ela!
8- Coma lentilha, uvas, romã
Olha só, coma o que quiser.
E coma, principalmente, a vida! Coma com gosto! Caia de boca! Se lambuze!
9- Não coma peru ou frango (porque ciscam para trás)
Agora vamos combinar, você gruda no passado como chiclete em cabelo,
passa anos esperando o amor que já se foi, vive atrelada ao que já está desfeito?
Não ponha a culpa no pobre do frango. Você cisca para trás muito mais do que ele.
Caminho é em frente!
10- Não deixe roupas viradas pelo avesso
Isso se você acreditar que avessos são ruins. Não são.
Avesso é nosso lado mais verdadeiro. Nossa versão mais crua.
Desvire, se não quiser ficar exposta por aí.
Via Facebook "Varanda da Bruxa"
"2 dias.
quase lá.
só mais um pouquinho.
2021 vai te trazer tudo aquilo que todos esses outros anos não trouxeram, por mais que você não acredite mais nisso.
cada ano é uma chance nova de recomeçar com mais maturidade todos os sonhos que você ousou sonhar até aqui. todas as suas metas, seus planos, suas vontades, suas promessas, elas ainda residem dentro de você. e é preciso estar no tempo certo para realizar algumas coisas, tudo com pressa dá errado. é preciso paciência.
agora, com o olhar mais maduro, e o coração mais decidido a lutar, você vai encarar a vida de uma nova forma, vai olhar de maneira leve para algumas coisas que antes fariam você perder a cabeça, vai conseguir resolver os assuntos pendentes dentro do teu coração, mas dessa vez, sem chorar, sem pensar em desistir.
normalmente, com a chegada de um ano novo, costumamos virar as páginas, mas dessa vez não, dessa vez estamos trocando de livro. estamos começando de novo, tudo do 0. é uma DÉCADA INTEIRA que se encerra, e veja só, você conseguiu. você ainda respira. você ainda chora. você ainda sorri. você ainda é você. e isso é incrível pra caralho.
para 2021, alguns lembretes:
pare de colecionar memórias inesquecíveis de quem já te esqueceu.
pare de sentir saudades, de quem você deveria sentir nojo.
pare de morrer de amores, por pessoas que nem em vida amam você.
pare de querer construir um futuro com quem ainda está preso no passado.
pare de cobrar atenção de pessoas que não estão dispostas a oferece-la a você.
e principalmente, não deixe de amar a si mesma para querer amar um outro alguém.
você só precisa se concentrar e aprender de uma vez por todas: seu sorriso vale mais do que todo o resto!
sempre haverá novos gostos, novas pessoas, novas vontades, novos sonhos, novos lugares para conhecer, novas viagens, novos amigos,
e sim,
acalma seu coração,
também sempre haverá um novo amor.
repito: s e m p r e.
só mais 2 dias".
Texto: @whsallas via Facebook Relatei
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
sábado, 26 de dezembro de 2020
"Pedi um amor e ele me deu um bolo mofado. 'Eu pedi amor', disse.
- Isso é amor.
- Mas não vai me fazer mal?
- Talvez.
Olhei e novo e percebi uma larvinha de mosca saindo da cobertura.
- Vai querer ou não? – Ele olhava a larva também.
- Não sei. – A larvinha agora afundava cada vez mais no bolo.
- Eu não vou ficar parado o dia todo aqui, sabe.
Lembrei que não sabia cozinhar e levei o bolo para a casa. Primeiro tentei tirar tudo que se movia na cobertura, mas era impossível . Me contentei em raspar o mofo, fechar os olhos e engolir uma garfada.
Vomitei.
Dormi com o estômago roncando e acordei com dor de barriga dos infernos. Não saí de casa nos próximos três dias: sem amor, não tinha vontade de tomar banho nem de escovar os cabelos. Não queria olhar o céu e nem os olhos das pessoas. No quinto dia sem amor, não quis abrir as pálpebras muito menos as janelas da casa.
Prestes a perder as forças, olhei para a mesa e resolvi tentar de novo. O estômago reclamou, mas não devolveu. O intestino resolveu não opinar. Fui dormir indigesta e ao mesmo tempo aliviada. Pela manhã, as maquiagens do banheiro voltaram a fazer sentido. As roupas no chão pediram para serem penduradas. A maçaneta da porta pedia para ser girada e eu obedeci.
A cada passo, sentia o estômago revirar, mas também sentia que estava viva. Segui na rua disfarçando uns arrotos enquanto olhava vitrines.
À noite, resolvi encarar o bolo de novo.
Ele não pareceu tão ruim quanto no dia anterior. Na verdade, olhando de lado nem dava para ver a parte feia. Segui comento o bolo, segui com o estômago revirado e mais importante: segui com vontade de entrar no ônibus e pagar minhas contas.
Até que o bolo acabou.
Preocupada, fui até ele pedir mais amor. O bolo que ele me entregou estava coberto de moscas.
- Está fedendo demais. – comentei.
- É o que eu tenho.
Não consegui colocar sobre a mesa da sala, já que atraía mais moscas. Botei dentro do forno e cortei uma fatia: o cheiro era insuportável. Tampei o nariz aproximei o garfo da boca, tentando não mastigar as moscas mortas. Sabendo que não poderia ficar sem amor e nem me livrar de todos os insetos, engoli. O estômago não roncou nem a garganta contraiu: já estavam habituados.
Quando o amor acabou, ele me entregou um prato fundo.
- Mas isso é vômito!
- Eu chamo de amor.
Entendi que era bolo vomitado e resolvi guardar na geladeira. No dia seguinte provei uma colherada antes de ir trabalhar, e, para a minha surpresa, eu já não sentia mais gosto de nada. Tomei outra
colherada à noite, pra garantir que iria ter vontade de tomar banho e sair com meus amigos.
No dia seguinte tive um pouco de febre, mas segui dando umas colheradas.
Dois dias depois, a cabeça doeu.
A febre voltou.
A garganta inchou.
Sem conseguir engolir o amor, fechei as cortinas e esperei a morte bater. Quando ouvi o som da campainha, suspirei aliviada.
Mas não era ela.
Não era alguém que eu conhecesse. Tinha cabelos encaracolados e trazia um prato com uma espécie de massa branca. Leve, limpa, tinha cheiro de primavera.
- Isso não é amor. - Eu disse.
- É amor, sim. - Parecia surpreso.
- Não, não é. - Eu ri.
Os olhos dele encheram de lágrimas. Antes que eu pudesse mudar de ideia, levou a torta de creme embora.
Talvez eu deva aprender a cozinhar sozinha".
- Natália Nodari
quinta-feira, 24 de dezembro de 2020
domingo, 20 de dezembro de 2020
"A vida líquida é uma vida de consumo. Ela projeta o mundo e todos os seus fragmentos animados e inanimados como objetos de consumo, ou seja, objetos que perdem a utilidade (e portanto o viço, a atração, o poder de sedução e o valor) enquanto são usados.
[...] No mundo líquido-moderno, a lealdade é motivo de vergonha, não de orgulho".
- Bauman, in "Vida líquida" (p. 17)
sábado, 19 de dezembro de 2020
sexta-feira, 18 de dezembro de 2020
"[...] Que eu tenha honestidade com todos, mas, acima de tudo, que eu seja honesta comigo mesma. Que eu não busque a perfeição nem crie personagens de mim mesma, pois o projeto de agradar a todos me rouba de mim, mas que eu faça as pazes com o silêncio que me habita e assusta. Sou tecida de opostos, ambivalências, contrastes e conflitos; e mesmo o que é desagradável em mim deve ser respeitado. Que eu seja camarada com minha solidão, pois é minha parceira mais fiel, e que minha coragem não solte minha mão quando as perdas esmagarem meus passos.
Que eu descubra minha verdade mais honesta, aquela que me escapa e se esconde até mesmo de mim, aquela que me diz coisas quando cessa o barulho do mundo, aquela que está no fundo dos olhos castanhos que diariamente me encaram no espelho. Que eu descubra e não traia essa verdade pela culpa ou pelo medo de ser feliz.
Que eu desista de ser fiel à ferida, e saiba reconhecer quando a dor estiver querendo me enfeitiçar. Que as inquietações deem lugar ao descanso da alma e que, depois de arder, eu encontre repouso e abrigo. Que eu consiga abandonar o que machuca, e salve a mim mesma reverenciando o que satisfaz meu equilíbrio.
Clarice Lispector dizia: 'Somos a única presença que não nos deixará até a morte', e assim é. Que eu não apenas tolere minha companhia, mas seja minha melhor parceria. Que eu saiba enxugar meu pranto, e não me coloque em situações que destruam meu encanto. Que eu aprenda a me poupar, a me defender, a me escutar e compreender. Que eu aprenda a ficar só, e tolere o peso da minha solidão e do meu silêncio. E, a exemplo de Hesse, que eu pare de mentir a mim mesma, e comece a ouvir 'os ensinamentos que meu sangue murmura em mim'…
- Fabíola Simões
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
terça-feira, 15 de dezembro de 2020
"E quando chegarem as tempestades da vida, pensem que elas são um presente - não no momento em que chegam, mas dez, vinte anos depois - que lhes dará força e lhes ensinará coisas que, do contrário, vocês não aprenderiam. Sempre digo:
Quando a vida os coloca em uma máquina de polir pedras, cabe a vocês escolher se querem sair dela triturados e moídos ou polidos como um diamante".
- Elisabeth Kubler-Ross em "Viva agora e além da morte" (p. 92).
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
domingo, 13 de dezembro de 2020
Lições da vida
"A vida decepciona-o pra você parar de viver com ilusões e ver a realidade.
A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante.
A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como 'é'.
A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer.
A vida envia pessoas conflitantes para te curar, pra você deixar de olhar para fora
e começar a refletir o que você é por dentro.
A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.
A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário,
até que você perca o medo e recupere sua fé.
A vida lhe distancia das pessoas que você ama, até entender que
não somos esse corpo, mas a alma que ele contém.
A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério
e rir de si mesmo.
A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias
para a luz penetrar em ti.
A vida confronta você com rebeldes, até que você pare de tentar controlar.
A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tapas,
até você finalmente ouvir.
A vida envia raios e tempestades, para acordá-lo.
A vida o humilha e por vezes o derrota de novo e de novo
até que você decida deixar seu ego morrer.
A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza
e comece a servir.
A vida corta suas asas e poda suas raízes, até que não precise de asas nem raízes,
mas apenas desapareça nas formas e seu ser voe.
A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre.
A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver.
A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir.
A vida te machuca e te atormenta até que você solte seus caprichos e birras
e aprecie a respiração.
A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e buscá-los.
A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo.
A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta...
Mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste...
até que só o AMOR permaneça em ti".
- Bert Hellinger
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
Quando você muda
"Quando você deixa de sentir carência, todas as coisas voltam para você.
Quando deixa de brigar com o mundo, todos se aproximam para te falar de amor.
Quando você aceita, você transforma.
Quando você se atreve a tentar algo novo, somem os condicionalismos
e o mundo te surpreende.
Quando você começa a olhar para você, desaparece o mundo.
Quando você deixa ir o que não é para você, esse vazio atrai
o que verdadeiramente te pertence.
Quando você perde, você se encontra.
Quando você se decide, essa determinação encontra quem você é,
e te sussurra o que você quer.
Quando você desiste da guerra, você ganha a batalha.
Quando aquietas a tua mente, todo um universo se põe aos teus pés.
Quando você não se apressa, tudo se aproxima de você.
Quando você deixa de querer controlar, o mundo se acomoda a si mesmo.
Quando você escolhe não reagir, muda o resultado.
Quando você aceita as mudanças e a incerteza, você deixa de sofrer.
Quando você se torna humilde, o mundo te pertence.
Quando você encontra à si mesmo, pára a busca.
Quando você abraça a sua dor, você se torna amigo.
Quando você se torna consciente, aparece o Deus e a Deusa...."
(A.D.)
#MulheresDespertas
@mulheresdespertasoficial
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
"Às vezes você tem que virar cinzas para poder renascer, virar fênix e alçar voos altos…
Sabe quando a raiva queima dentro de você? Sabe quando você se desfaz em lágrimas?
Quando a tristeza te consome e a esperança se despede, vai embora e você acha que nunca mais irá vê-la de novo?
Às vezes você tem que atear fogo em si mesmo, virar cinzas, para poder renascer, virar fênix e fazer voos altos; porque às vezes a gente sofre, a gente chora, às vezes a gente cai, mas quando levantamos, viramos pássaro de fogo, destemido e capaz de enfrentar qualquer desafio e ultrapassar qualquer obstáculo.
Quando as chamas te consumirem, entregue-se e se prepare para o renascimento, volte com penas douradas e brilhantes e diga para o mundo que labaredas machucam, mas não te assustam mais.
Lembre-se de que a Fênix, quando volta, torna-se ainda mais bonita do que um dia já foi.
Porque a dor ensina, o sofrimento dignifica, as brasas da alma faz-nos imortais e a nossa força vem à tona.
Porque a verdadeira beleza é saber ser quem você precisa ser, mas nunca deixar de crescer, aprender e evoluir.
As dores mais profundas são as que te transformam em um gigante que mata dragões e vence as guerras mais difíceis!
Então queime, sangre, chore, mas ressuscite".
- Wandy Luz
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
domingo, 6 de dezembro de 2020
Quando me amei de verdade
Kim McMillen tinha 52 anos quando faleceu (por morte súbita) e sua filha, Alison McMillen publicou as reflexões que ela deixou em seu diário.
"Embora eu sinta muito a sua falta, me conforta saber que, sendo este livro a expressão mais verdadeira de quem era minha mãe, o que ela tinha a oferecer ao mundo vai permanecer" (p. 86).
"Durante muitos anos, vivi de forma cautelosa e defendida. Eu não sabia como ter amor e compaixão por mim mesma" (p. 5).
"Quando me amei de verdade, deixei de me contentar com pouca coisa".
"Quando me amei de verdade, pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha vontade".
"Quando me amei de verdade, desisti de ignorar ou de suportar meu sofrimento".
"Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento".
"Quando me amei de verdade, parei de me culpar pelas escolhas que fiz e que me faziam sentir segura. Passei a me responsabilizar por elas".
"Quando me amei de verdade, passei a ser a minha própria autoridade, ouvindo apenas a sabedoria do meu coração. É assim que Deus fala comigo. Isso é o que se chama de intuição".
"Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e hábitos - qualquer coisa que me pusesse pra baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor próprio".
"Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!"
"Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão, e com isso errei muito menos vezes".
sábado, 5 de dezembro de 2020
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
"Ninguém passa pela dor e sai ileso. Alguns endurecem e passam o resto da vida atacando e machucando outras pessoas. Outros se tornam sensíveis, amáveis e fáceis de amar porque compreendem que, em algum momento, todos passam por uma experiência transformadora.
Depois do vendaval, cada um escolhe o que vai recolher dos destroços".
- Ester Chaves
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
"Toda experiência é uma experiência porque é passiva de memória, de história, de emoção.
Seja boa ou ruim, a memória faz parte de cada partícula do nosso ser, pois até nossos músculos têm memórias - fraturas, traumas e cicatrizes.
Nem toda memória é boa, mas toda memória é necessária".
@coisasprafazernaquarentena
domingo, 29 de novembro de 2020
sábado, 28 de novembro de 2020
História da infância de Katharine Hepburn; em suas próprias palavras:
“Uma vez, quando eu era adolescente, meu pai e eu estávamos na fila para comprar ingressos para o circo.
Finalmente, havia apenas uma outra família entre nós e o balcão de passagens. Esta família causou uma grande impressão em mim.
Eram oito crianças, todas provavelmente com menos de 12 anos. Pela maneira como se vestiam, dava para ver que não tinham muito dinheiro, mas suas roupas eram arrumadas e limpas.
As crianças eram bem comportadas, todas em fila, duas a duas atrás dos pais, de mãos dadas. Eles estavam tagarelando excitadamente sobre os palhaços, animais e todos os atos que veriam naquela noite. Pela empolgação deles, você podia sentir que eles nunca haviam ido ao circo antes. Seria um ponto alto de suas vidas. O pai e a mãe estavam à frente da matilha, orgulhosos como poderiam estar. A mãe segurava a mão do marido, olhando para ele como se dissesse: "Você é meu cavaleiro de armadura brilhante". Ele estava sorrindo e gostando de ver sua família feliz.
A bilheteira perguntou ao homem quantos bilhetes ele queria?
Ele respondeu com orgulho: "Gostaria de comprar oito ingressos para crianças e dois ingressos para adultos, para poder levar minha família ao circo". A senhora do bilhete indicou o preço.
A esposa do homem largou sua mão, sua cabeça caiu, os lábios do homem começaram a tremer. Então ele se inclinou um pouco mais perto e perguntou: "Quanto você disse?"
A senhora do bilhete voltou a indicar o preço.
O homem não tinha dinheiro suficiente. Como ele deveria se virar e dizer a seus oito filhos que não tinha dinheiro suficiente para levá-los ao circo?
Vendo o que estava acontecendo, meu pai enfiou a mão no bolso, tirou uma nota de $ 20 e a jogou no chão. (Não éramos ricos em nenhum sentido da palavra!)
Meu pai se abaixou, pegou a nota de $ 20, deu um tapinha no ombro do homem e disse: "Com licença, senhor, isso caiu do seu bolso".
O homem entendeu o que estava acontecendo. Ele não estava implorando por uma esmola, mas certamente apreciou a ajuda em uma situação desesperadora, dolorosa e constrangedora.
Ele olhou direto nos olhos do meu pai, pegou a mão dele entre as suas, apertou com força a nota de $ 20 e, com o lábio tremendo e uma lágrima escorrendo pelo rosto, ele respondeu; "Obrigado, obrigado, senhor. Isso realmente significa muito para mim e minha família."
Meu pai e eu voltamos para o nosso carro e dirigimos para casa. Os $ 20 que meu pai doou eram com que íamos comprar nossos próprios ingressos.
Embora não tenhamos conseguido ver o circo naquela noite, nós dois sentimos uma alegria dentro de nós muito maior do que ver o circo e o q ele poderia nos proporcionar.
Naquele dia, aprendi o valor de Dar.
O Doador é maior do que o Receptor.
Se você quer ser grande, maior do que a vida, aprenda a dar.
O amor não tem nada a ver com o que você espera receber - apenas com o que espera dar - que é tudo.
A importância de dar e abençoar os outros nunca pode ser superestimada porque sempre há alegria em dar. Aprenda a fazer alguém feliz por meio de atos de generosidade. ”
- Katharine Hepburn
"Comecei a ficar mais atenta às verdadeiras razões dos meus choros, que, aliás, costumam ser raros. Já aconteceu de eu quase chorar por ter tropeçado na rua, por uma coisa à-toa. É que, dependendo da dor que você traz dentro, dá mesmo vontade de aproveitar a ocasião para sentar no fio da calçada e chorar como se tivéssemos sofrido uma fratura exposta. Qualquer coisa pode servir de motivo. Chorar porque fomos multados, porque a empregada não veio, porque o zíper arrebentou bem na hora de sairmos pra festa. Que festa, cara-pálida? Por dentro, estamos em pleno velório de nós mesmos, chorando nossa miséria existencial, isso sim.
Não pretendo soar melodramática, mas é que tem dias em que a gente inventa de se investigar, de lembrar dos sonhos da adolescência, de questionar nossas escolhas, e descobre que muita coisa deu certo, e outras não. Resolve pesar na balança o que foi privilegiado e o que foi descartado. Normal, normalíssimo. São aqueles momentos em que estamos nublados, um pouco mais sensíveis do que gostaríamos, constatando a passagem do tempo. Então a gente se pergunta: o que é que estou fazendo da minha vida? Vá que tudo isso passe pela sua cabeça enquanto você está trabalhando no computador. De repente, a conexão cai, e em vez de desabafar com um simples palavrão, você faz o quê? Cai no berreiro. Evidente.
Eu sorrio muito mais do que choro, razões não me faltam para ser alegre, mas chorar faz bem, dizem. Eu não gosto. Meu rosto fica inchado e o alívio prometido não vem. Em público, então, sinto a maior vergonha, é como se estivesse sendo pega em flagrante delito. O delito de estar emocionada. Mas emocionar-se não é uma felicidade? Neste admirável mundo de contradições em que a gente vive, podemos até não gostar de chorar, mas trata-se apenas da nossa humanidade se manifestando: a conexão do computador, às vezes, cai; por outro lado, a conexão conosco mesmo, às vezes, se dá. Sendo assim, sou obrigada a reconhecer: chorar faz bem, não importa o álibi. É sempre a dor do crescimento".
- Martha Medeiros
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
O verdadeiro valor do anel
"Hoje, lidar com minha liberdade e ter a consciência de que sou totalmente responsável por tudo o que se refere a mim, incluindo aquil...

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"De onde uma mulher sai chorando, nenhuma outra permanece sorrindo. Nunca li ditado tão certeiro. Mulher, se a tua felicidade hoje de...