"Fiona escolherá sua vida de ogra no lugar daquela imagem de princesa que os pais lhe reservavam. Para as famílias contemporâneas, toda filha é uma princesinha enfeitada e coroada de mimo e admiração. Terá que se tornar meio ogra, desgrenhada e respondona na adolescência, para romper o hipnotismo desse papel, ser deserdada dele e trilhar o seu caminho. Todo o tempo nesse filme (Shrek 2) trata-se da reafirmação da autenticidade, do contraponto entre preconceito e descoberta interior, entre aparências e essência, entre a imposição externa e a escolha pessoal".


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