“Ao perceber-se não conseguindo aceitar que o outro queira algo
diferente daquilo que você planejou e por isso você está irritado e
frustrado, pare e se pergunte: quem em
mim quer controlar o outro? Quem em mim não aceita que o outro siga o
seu caminho? Quem está se sentindo ameaçado com a liberdade do outro? E
mesmo que você esteja vendo que essa liberdade está levando o outro para
um buraco, quem em você precisa impedir que ele caia no buraco? Às
vezes, o outro precisa cair no buraco para aprender a não cair de novo.”

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