terça-feira, 8 de novembro de 2016

"Também achei esta outra citação do Dalai Lama: 
Há um ditado tibetano que diz: ' Tragédia deve ser utilizado como uma fonte de força. ' Não importa que tipo de dificuldade, quão dolorosa é a experiência, se perdemos a nossa esperança, esse será o  verdadeiro desastre."

- In "A sorte do agora", de Matthew Quick


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

"A ela não importava os caminhos de volta ...
A ela não preocupava os caminhos de ida ...
Abandonou mapas, crenças e medos.
Sem sair do lugar, encontrou-se".

- Guilherme Antunes


domingo, 6 de novembro de 2016

"Sempre que algo de ruim acontece com a gente, uma coisa boa acontece. Normalmente com outra pessoa. Essa é A Sorte do Agora. Precisamos acreditar. Precisamos.
[...] Acreditar - ou até mesmo fingir - faz a pessoa se sentir melhor com o que aconteceu, independentemente de ser verdade ou não.
E o que é a realidade senão a forma como nos sentimos sobre as coisas?"   

- Matthew Quick in "A sorte do agora"


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

“Se não está em suas mãos mudar uma situação que causa dor, 
você pode escolher com que atitude vai enfrentar esse sofrimento”

- Viktor Frankl




quinta-feira, 3 de novembro de 2016

“A tendência de realização pode, é claro, ser impedida, mas não pode ser destruída, sem destruir o organismo. Lembro-me de que, na minha infância, a lata na qual armazenávamos nosso suprimento de batatas para o inverno ficava no porão, quase um metro abaixo de uma pequena janela. As condições eram desfavoráveis, mas as batatas começaram a brotar – brotos brancos e pálidos, tão diferentes dos brotos verdes saudáveis que exibiam quando plantadas no solo, na primavera. Porém, esses brotos espigados, tristes, poderiam crescer de 60 a 90 cm de comprimento à medida que buscavam a luz distante da janela. Em seu crescimento fútil, bizarro, eram uma espécie de expressão desesperada da tendência direcional. Nunca se tornariam uma planta, nunca amadureceriam, nunca preencheriam suas potencialidades reais. Entretanto, sob as mais adversas circunstâncias, lutavam para tornar-se. Não desistiriam da vida, mesmo se não pudessem florescer.

Ao tratar de clientes cujas vidas têm sido terrivelmente emaranhadas, ao trabalhar com homens e mulheres  em relegadas enfermarias de hospitais públicos, penso frequentemente naqueles brotos de batatas. Foram tão desfavoráveis as condições nas quais essas pessoas se desenvolveram, que suas vidas muitas vezes pareceram anormais, distorcidas, dificilmente humanas. Entretanto, deve-se confiar na tendência direcional que nelas existe. O indício para entender seu comportamento é de que estão lutando, do único modo que lhes é possível, para alcançar o crescimento, para tornar-se alguém. Para nós os resultados podem parecer bizarros e inócuos, mas são tentativas desesperadas de vida para tornarem-se elas próprias. É esta potência tendência que constitui a base da abordagem centrada na pessoa.”

Do livro “Sobre o Poder Pessoal” de Carl Rogers


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

"Quando morre uma pessoa amada e importante, é como se fôssemos levados até a entrada de uma caverna. No dia da morte entramos na caverna e a saída não é pela mesma abertura por onde entramos, pois não encontraremos a mesma vida que tínhamos antes. A vida que será conhecida a partir da perda nunca será a mesma de quando a pessoa amada estava viva. Para sair dessa caverna do luto é preciso cavar a própria saída.

Essencialmente, o luto é um processo de profunda transformação. Há pessoas que podem transformar nossa temporada na caverna em um período menos doloroso, mas não podem fazer o trabalho por nós. A tarefa mais sensível do luto é restabelecer a conexão com a pessoa que morreu por meio da experiência compartilhada com ela. A revolta, o medo, a culpa e outros sentimentos que contaminam o tempo de tristeza acabam prorrogando nossa estadia na caverna e podem nos conduzir a espaços muito sombrios dentro de nós.É mágico como a dor passa quando aceitamos a sua presença. 
Olhemos para a dor de frente, ela tem nome e sobrenome. 
Quando reconhecemos esse sofrimento, ele quase sempre se encolhe. 
Quando negamos, ela se apodera da nossa vida inteira."

- Ana Claudia Quintana Arantes




 "Hoje, lidar com minha liberdade e ter a consciência de que sou totalmente responsável por tudo o que se refere a mim, incluindo aquil...